top of page
  • Foto do escritorNelson Yokota

O Paisagismo frente às mudanças climáticas

Devido às urgências que a humanidade vem enfrentando frente as mudanças climáticas que o planeta tem sofrido, a necessidade de aproximação das cidades com a natureza já deixou de ser um prazer puramente estético precisando ser analisado como uma implantação de premência para o futuro da biosfera.



1,2ºC mais quente do que no século XIX e com o aumento de 50% de carbono (CO2) na atmosfera, atualmente a comunidade terrestre precisa manter o aumento da temperatura em 1,5ºC a mais até 2100 para amenizar as ainda piores catástrofes climáticas previstas segundo cientistas.



Como referido em artigo anterior, temas como Cidade Esponja e Cidade de 15 minutos são conceitos deferidos por arquitetos cada vez mais dissipados por conta da situação que é observada ao redor do globo. Temas que repensam de forma sustentável a reformulação de cidades com o intuito de amenizar os impactos de construções civis, visto que a maneira como foi feita a urbanização ao longo dos anos não levava em conta os resultados que essa alteração nos biomas locais poderia causar.



Essas mudanças implicam em comoções que movimentam tanto a esfera pública quanto iniciativas privadas. Pelo ponto de vista da esfera pública, através da busca por políticas de reflorestamento, como a Lei 12.651 (25/05/2012), preveem pontos de preservação e arborização em áreas rurais. Nos grandes polos de circulação urbana muito se é discutido a distribuição de áreas verdes principalmente através de leis de zoneamento que vão aferir diretamente o plantio em novas áreas determinadas pelo poder público e consequentemente reafirmar o compromisso com a natureza.



Os potenciais construtivos de novos empreendimentos de construtoras podem garantir em até 20% a redução na outorga onerosa implicada pela contrapartida financeira dos órgãos públicos responsáveis, nisso podem ser aplicados conceitos de tetos verdes, jardins verticais e placas fotovoltaicas.


projeto Casa Das Plantas

Quando se trata de iniciativas individuais perante esse cenário, não só hábitos de consumo e comportamentos do dia-a-dia, como a utilização de embalagens retornáveis e ecobags são válidas, podemos ir além e incrementar nossas próprias residências em contribuição do todo através da aproximação da natureza dentro de casa. Existem inúmeras formas além dos vasos tradicionais que colaboram para que nossa postura diante das circunstâncias seja mais proativa. A comoção pessoal em prol de uma causa maior pode gerar no todo uma grande melhora, vide o ótimo exemplo de hortas coletivas.



0 visualização0 comentário

Comments


bottom of page